O mercado de imóveis norte-americano

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O mercado de imóveis norte-americano


Aquecido, o mercado de imóveis do Sunshine State atrai cada vez mais investidores do mundo todo. E, em relação aos investidores brasileiros, isso não é diferente.

Todo ano, o Banco Central do Brasil realiza o Relatório de Investimento Direto, que analisa o montante de capital investido em diversos países do mundo. De acordo com o relatório de 2018, os investimentos imobiliários  brasileiros no exterior, de 2007 a 2017, tiveram um crescimento de 240%, pulando de 1,844 bilhão de dólares para 6,279 bilhões.

Somente no mercado de imóveis norte-americano, o percentual desse total representa 34,4%, isto é, 1 bilhão de dólares ou, em reais, 7,7 bilhões. Esses dados apontam a grande preferência dos brasileiros pelo mercado imobiliário estadunidense. 

Analisando o comportamento dessa tendência, existem alguns outros fatores importantes que comprovam tal preferência. Um deles é justamente a projeção de retorno sobre investimento do mercado imobiliário dos EUA para os próximos anos, que, apesar da crise das subprime de 2008, segue altamente aquecido.

Miami e Orlando, cidades localizadas no estado sulista, na Flórida, concentram grande parte desses investimentos. Isso pode ser explicado pela grande movimentação turística no estado - que, em 2018, recebeu mais de 126 milhões de turistas do mundo todo, movimentando aproximadamente 5 bilhões de dólares no ano. Desse total, 1 milhão de turistas foram brasileiros, fazendo com que o estado seja considerado o mais verde e amarelo dos EUA.

No mercado imobiliário dos EUA, assim como no Brasil, há a percepção de que investir em imóveis é a melhor forma de proteger o capital investido. E isso não está incorreto. Analisando as cidades de Miami e Orlando, grandes atrações turísticas do estado, essa sensação pode ser tomada como certeira principalmente pela infraestrutura que ambas as cidades dispõe. Assim, são excelentes opções para quem deseja mudar para o estado e viver o american dream.

Para investidores que procuram por rentabilidade, comprar um casa nessas cidades e transformá-la em Vacation Home ou casas de veraneio - como são conhecidas no Brasil - é um movimento inteligente por alguns motivos:

  • Recebíveis em dólar: mesmo que a moeda americana esteja passando por oscilações cambiais, ainda mais com a B3 - Bolsa de Valores brasileira - acima dos 100 mil pontos e grande entusiasmo do capital estrangeiro, o dólar segue na média dos 3,70 reais. E, receber em dólar, significa receber em uma moeda que vale três vezes mais que o real;
  • Valorização a longo prazo: Orlando, eleita a melhor cidade para investir de acordo com a Revista Forbes, tem uma valorização imobiliária anual de 9%, comparada com 2018, tem previsão de valorização de 35% até 2021;
  • Alta procura por casas de temporada: com a pulverização do aluguel informal por temporada, grande responsabilidade de aplicativos como o AirBnB e TripAdvisor, a demanda por Vacation Homes segue em alta, o que, para um investidor, significa baixíssimas taxas de vacância no imóvel que deseja investir;
  • É mais barato e rentável investir em imóveis nos EUA do que no Brasil: de acordo com o IGMI-R (Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial), a valorização do mercado como um todo foi de 0,64%, que, se comparada com a valorização de 62% nos últimos 5 anos da cidade de Orlando, é consideravelmente baixa.
  • Financiamento: em média, para um estrangeiro adquirir um imóvel nos EUA, é possível financiar até 40% do valor total do imóvel, com parcelas pré-fixadas com juros que variam entre 4,5% a 5,5%.

Claro que, por conta do montante total investido, adquirir uma casa no mercado de imóveis norte-americano não é uma decisão fácil de se tomar. Por isso, conte sempre com o time de especialistas da Selecta Realty, que garantem segurança, agilidade e praticidade.

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